
A Polícia Civil de Roraima deflagrou, na manhã desta terça-feira (16/6), a Operação Rota do Norte, uma ação interestadual contra integrantes da Tren de Aragua, facção criminosa nascida na Venezuela e considerada uma das organizações criminosas mais perigosas em atividade na América Latina. A ação busca desarticular os braços operacional e financeiro do grupo, investigado por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e comércio ilegal de armamentos de guerra.
Ao todo, estão sendo cumpridos 55 mandados judiciais, sendo 25 de prisão preventiva e mais de 30 de busca e apreensão. As diligências ocorrem simultaneamente em Roraima, Amazonas, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. A investigação é conduzida pela Delegacia de Repressão às Organizações Criminosas Organizadas (Draco) da Polícia Civil de Roraima, com apoio da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim) e do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Segundo as investigações, os suspeitos integravam uma estrutura criminosa voltada ao tráfico de entorpecentes, à lavagem de capitais e ao fornecimento de armamento pesado para outras organizações criminosas espalhadas pelo país. Entre os equipamentos negociados pelo grupo estariam fuzis, metralhadoras calibre .50 e lança-granadas, armamentos normalmente utilizados em confrontos armados de alta intensidade.
As apurações apontam ainda que integrantes do núcleo investigado abasteciam facções brasileiras, incluindo membros do Comando Vermelho com atuação no Amazonas e no Rio de Janeiro. Para os investigadores, a atuação da organização ultrapassava as fronteiras de Roraima e funcionava como uma importante rota logística para o tráfico de armas e drogas.
Fundada dentro de um presídio venezuelano, a Tren de Aragua expandiu sua atuação nos últimos anos para diversos países da América do Sul. O grupo é investigado por crimes como homicídios, sequestros, extorsões, tráfico de drogas, tráfico de pessoas e mineração ilegal. O avanço da facção sobre rotas migratórias e corredores internacionais de drogas transformou a organização em alvo prioritário das forças de segurança da região.
As apurações apontam ainda que integrantes do núcleo investigado abasteciam facções brasileiras, incluindo membros do Comando Vermelho com atuação no Amazonas e no Rio de Janeiro. Para os investigadores, a atuação da organização ultrapassava as fronteiras de Roraima e funcionava como uma importante rota logística para o tráfico de armas e drogas.
Fundada dentro de um presídio venezuelano, a Tren de Aragua expandiu sua atuação nos últimos anos para diversos países da América do Sul. O grupo é investigado por crimes como homicídios, sequestros, extorsões, tráfico de drogas, tráfico de pessoas e mineração ilegal. O avanço da facção sobre rotas migratórias e corredores internacionais de drogas transformou a organização em alvo prioritário das forças de segurança da região.
Com informações do Metrópoles.







