Foto: Samuel Estevão/Fato Amazônico

Em nota oficial divulgada nas redes sociais, a instituição classificou o atual cenário na capital amazonense como de “poluição atmosférica severa” e informou que a decisão tem caráter preventivo e emergencial para proteger a saúde de estudantes, professores, servidores e demais integrantes da comunidade universitária.

“A medida adota caráter preventivo e emergencial visando resguardar a saúde da comunidade acadêmica diante do cenário de poluição atmosférica severa”, afirma a Ufam.

Apesar da suspensão das atividades presenciais, a universidade autorizou a realização de atividades remotas nesta quinta-feira.

Ufam convoca reunião de emergência

A situação levou a Administração Superior da universidade a convocar para esta quinta-feira uma reunião de emergência com cientistas e especialistas.

Segundo a nota, serão avaliados de maneira aprofundada dados meteorológicos, índices de qualidade do ar e fatores sociais. A análise servirá de base para a definição das providências que poderão ser adotadas pela instituição nos dias seguintes, indicando que novas medidas dependerão da evolução das condições atmosféricas em Manaus.

“Diante do quadro adverso, entendemos que este é o caminho mais seguro para a promoção do bem-estar da comunidade acadêmica”, declarou a Reitoria.

A Ufam informou ainda que novas orientações serão divulgadas pelos canais oficiais assim que a avaliação técnica for concluída.

Serviços essenciais continuam funcionando

A suspensão não alcança todos os serviços da universidade. Conforme a nota, atividades essenciais e aquelas que, pela própria natureza, não podem ser interrompidas ou executadas remotamente serão mantidas.

Nesses casos, deverão ser adotadas medidas de proteção e segurança respiratória para os profissionais que precisarem permanecer em atividade.

Universidade recomenda máscara e evitar exposição ao ar livre

Além da suspensão das atividades, a Ufam fez um alerta direto à comunidade universitária diante da fumaça que encobre Manaus.

A instituição recomenda evitar exposição ao ar livre, utilizar máscaras de proteção respiratória e manter hidratação constante enquanto persistirem as condições adversas.

A suspensão anunciada pela maior universidade federal do estado amplia os reflexos da crise provocada pela fumaça das queimadas sobre a rotina da capital amazonense e ocorre em meio ao agravamento dos indicadores de qualidade do ar registrado nos últimos dias.

Confira Nota

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