
Meryl Streep quase não integrou o elenco de “O Diabo Veste Prada”, um filme que se consagraria como clássico do cinema. Sua recusa inicial, porém, foi uma jogada estratégica que resultou em dobro do salário oferecido.
Em entrevista ao programa americano Today, Streep afirmou que via potencial no filme. “Eu sabia que seria um sucesso”, disse. “Li o roteiro – o roteiro era ótimo. Eles me ligaram, fizeram uma proposta e eu disse: ‘Não. Não vou aceitar'”.
No entanto, a atriz tinha um plano calculado. A recusa inicial foi uma forma de testar se aumentariam o montante oferecido. “Eu queria testar [o que aconteceria] se dobrasse o valor que pedia, e eles aceitaram na hora.”
Confiança e poder de negociação
Hoje, com 76 anos, a atriz revelou que demorou um tempo para perceber que “podia fazer aquilo”. “E eles precisavam de mim, eu sentia. E eu queria, mas se eles não quisessem, tudo bem. Eu estava pronta para me aposentar”.
“O Diabo Veste Prada” acaba de ganhar uma sequência, duas décadas depois, com Streep reprisando o papel de Miranda Priestly, a temida editora-chefe da revista Runway. O novo filme já está disponível nos cinemas.
A história de Meryl Streep exemplifica como o reconhecimento do próprio valor e a confiança em suas capacidades podem ser ferramentas poderosas em negociações profissionais, especialmente em uma indústria altamente competitiva como o cinema.
Com informações de IstoÉ







