
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Amazonas (OAB-AM) convocou uma coletiva de imprensa para esta quinta-feira (9), às 18h, em sua sede, para apresentar as providências adotadas pela instituição após a prisão do advogado Robert Lincoln da Costa Areias, investigado por suposto crime de estupro de vulnerável.
De acordo com a OAB Amazonas, o objetivo da coletiva é esclarecer as medidas institucionais adotadas pela entidade diante da repercussão do caso e informar quais procedimentos serão conduzidos no âmbito da Ordem.
O presidente da Comissão de Defesa das Prerrogativas da OAB-AM, Alan Jhonny, será o responsável por apresentar o posicionamento oficial da entidade e detalhar a decisão tomada em relação ao advogado investigado.
A expectativa é que a Ordem esclareça quais providências disciplinares poderão ser adotadas, respeitando as normas previstas no Estatuto da Advocacia e no Código de Ética e Disciplina da OAB.
A prisão preventiva de Robert Lincoln da Costa Areias foi decretada pela Justiça do Amazonas no âmbito de uma investigação conduzida pela Delegacia Especializada em Crimes Contra Crianças e Adolescentes (Depca). Ele é investigado por supostos crimes de estupro de vulnerável, ameaça, constrangimento ilegal e denunciação caluniosa envolvendo três adolescentes.
A decisão judicial também autorizou mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados telemáticos e a concessão de medidas protetivas às vítimas.
Ao ser conduzido à delegacia, o advogado negou as acusações e afirmou ser vítima de um conflito familiar.
A coletiva desta quinta-feira deverá marcar o primeiro posicionamento público da OAB Amazonas sobre o caso, que ganhou ampla repercussão no estado.







