(Foto: Divulgação/PC-AM)

Uma ação conjunta entre a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da 49ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), e a Polícia Militar (PMAM) resultou na prisão em flagrante de dois homens, de 24 e 45 anos, na última terça-feira (14/04). A dupla é investigada por utilizar uma oficina mecânica como ponto de venda de entorpecentes no município, localizado a 909 quilômetros de Manaus.

Investigação e Campana

A ofensiva policial teve início após o recebimento de informações de inteligência que apontavam o estabelecimento como um possível “bunker” para o comércio de drogas. Segundo o delegado Felipe Carvalho, titular da 49ª DIP, a equipe realizou uma campana estratégica nas proximidades da oficina para monitorar a rotina do local.

Durante a vigilância, os agentes confirmaram a suspeita ao observar uma movimentação atípica. “Foi possível identificar pessoas entrando e saindo constantemente, com fortes indícios de que estariam adquirindo substâncias ilícitas”, explicou o delegado.

O Flagrante

Com a confirmação da atividade criminosa, os policiais efetuaram a entrada no imóvel. No interior da oficina, que servia apenas como fachada, foram encontradas diversas porções de drogas prontas para a comercialização.

“Diante da intensa movimentação e das fundadas razões que autorizam o ingresso, adentramos à oficina e constatamos que o estabelecimento funcionava, na verdade, como um ponto de venda de drogas”, relatou a autoridade policial.

Histórico Criminal

Um dos pontos que chamou a atenção das autoridades foi a reincidência dos envolvidos. Ambos já possuem histórico criminal e são conhecidos pelas forças de segurança da cidade:

  • Suspeito de 45 anos: Havia sido preso em flagrante pelo mesmo crime no dia 5 deste mês, respondendo ao processo em liberdade há pouco mais de uma semana.

  • Suspeito de 24 anos: Já cumpre pena em regime semiaberto por outros delitos.

Procedimentos

Os infratores foram autuados em flagrante por tráfico de drogas. Eles passarão por audiência de custódia e permanecerão à disposição do Poder Judiciário, onde deverão responder pela nova violação da lei.

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