
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para o primeiro turno das eleições, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7). O petista aparece com 36% da preferência dos entrevistados.
Em segundo lugar está o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 29%, enquanto o escritor Augusto Cury (Avante) ocupa a terceira posição, com 8%.
Na pesquisa anterior, realizada entre os dias 27 e 31 de agosto e divulgada em 2 de setembro, Lula tinha 37%, Flávio Bolsonaro, 30%, e Augusto Cury, 10%. Os números indicam pequenas oscilações em relação ao levantamento anterior.
Intenção de voto
Confira os números da pesquisa:
- Lula (PT): 36%
- Flávio Bolsonaro (PL): 29%
- Augusto Cury (Avante): 8%
- Renan Santos (Missão): 3%
- Ronaldo Caiado (PSD): 3%
- Romeu Zema (Novo): 2%
- Pablo Marçal (PRTB): 1%
- Indecisos: 9%
- Branco, nulo ou não irão votar: 8%
Os candidatos Samara Martins (UP), Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata) não atingiram 1% das intenções de voto e, portanto, não pontuaram no levantamento.
Pesquisa
A Quaest entrevistou 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 3 e 6 de setembro. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01720/2026.
Cenário político
A divulgação ocorre em meio a uma semana de forte tensão entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O cenário se intensificou após o ministro André Mendonça, relator do Caso Master, retirar o sigilo de parte da ação que envolve o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes.
O episódio ampliou o embate entre integrantes da Corte e passou a ser explorado politicamente por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. Durante manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, Flávio Bolsonaro e apoiadores defenderam o impeachment de Moraes.
No campo governista, Lula participou do desfile de 7 de Setembro, em Brasília, ao lado do presidente do STF, Edson Fachin, e do presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).







