
A vereadora de Fortaleza Priscila Costa (PL), presidente do PL Mulher no Ceará, afirmou neste sábado (4) que não pretende ampliar o conflito envolvendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). Vista como o principal ponto de divergência entre os dois, a parlamentar defendeu a união da direita para as eleições deste ano.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Priscila elogiou Michelle Bolsonaro, reafirmou seu apoio à pré-candidatura de Flávio e disse que divergências internas não podem enfraquecer o grupo político.
“É exatamente por isso que eu não vou alimentar nenhum tipo de conflito. Porque quem luta pela mesma causa, mesmo que em algum momento possa machucar ou se ferir, não pode ficar enfraquecido no meio do caminho, enquanto o verdadeiro adversário observa e se fortalece”, afirmou.
A vereadora também destacou que seu apoio ao senador não é recente. Segundo ela, o trabalho em favor da pré-candidatura começou após a indicação feita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, com orientação da própria Michelle Bolsonaro às presidentes estaduais do PL Mulher.
Disputa por vaga ao Senado motivou divergência
O atrito entre Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro ganhou força durante as negociações para a definição da candidatura do PL ao Senado no Ceará.
Michelle defende o nome de Priscila Costa para a disputa, enquanto Flávio apoia o deputado estadual Alcides Fernandes (PL), pai do deputado federal André Fernandes (PL), indicado pelo diretório estadual para integrar uma chapa ao governo cearense.
Na última semana, Michelle afirmou que Priscila foi “maltratada” durante as negociações internas do partido e acusou aliados de Flávio de articularem sua retirada da disputa ao Senado. Segundo a ex-primeira-dama, a vereadora teve papel importante na campanha de André Fernandes à Prefeitura de Fortaleza em 2024, mas acabou sendo preterida em razão das articulações políticas no estado.
Com informações de Metrópoles







