Tomohiro Ohsumi/Getty Images

A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, informou que os fortes terremotos registrados nesta terça-feira (28/7) deixaram diversos feridos e causaram desabamentos de edifícios e incêndios na província de Kumamoto. Após os tremores, o governo japonês instalou um gabinete de crise para coordenar as ações de resposta e monitorar a situação nas áreas afetadas.

Em pronunciamento, Takaichi orientou os moradores das regiões atingidas a permanecerem em alerta diante da possibilidade de novos abalos de intensidade semelhante.

Governo mantém alerta para réplicas e risco de tsunami

O primeiro terremoto, de magnitude 7,1, atingiu a região de Kumamoto e levou a Agência Meteorológica do Japão a emitir um alerta de tsunami, com previsão de ondas de até um metro de altura. Pouco depois, um segundo tremor, de magnitude 6,1, foi registrado na ilha de Kyushu, com epicentro nas regiões de Amakusa e Ashikita.

As autoridades seguem avaliando a extensão dos danos e monitorando possíveis réplicas. A região já foi cenário de uma sequência de terremotos em 2016, desastre que deixou 278 mortos e cerca de 2.800 feridos, tornando o episódio uma das maiores tragédias sísmicas recentes do país.

Com informações de Metrópoles

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