
A programação da Seleção Brasileira sofreu uma pequena alteração nesta quarta-feira (17) após a realização de um teste antidoping surpresa promovido pela FIFA.
A ação ocorreu no hotel onde a delegação está hospedada durante a Copa do Mundo FIFA de 2026 e provocou um atraso de cerca de 12 minutos no início da entrevista coletiva do lateral-direito Danilo.
Segundo os protocolos da competição, os exames são realizados sem aviso prévio e fazem parte da rotina de controle antidoping adotada pela entidade ao longo do torneio.
Como funciona o controle antidoping
Para a Copa do Mundo, a FIFA designa oficiais especializados em controle de dopagem para atuar nas cidades-sede. Esses profissionais são responsáveis por fiscalizar atletas das seleções participantes e realizar a coleta de amostras de sangue e urina.
Os testes podem acontecer em diferentes momentos da competição. Fora dos dias de jogo, agentes credenciados podem comparecer aos hotéis de concentração e centros de treinamento para realizar exames surpresa.
Já após as partidas, os atletas podem ser selecionados para o controle antidoping por sorteio ou por indicação específica das autoridades responsáveis.
Procedimento segue normas internacionais
O processo é conduzido de acordo com as regras estabelecidas pela FIFA em parceria com a Agência Mundial Antidoping.
Durante toda a coleta, o jogador acompanha cada etapa do procedimento, desde a retirada das amostras até o fechamento e lacre dos recipientes que serão encaminhados para análise laboratorial.
Caso alguma irregularidade seja identificada, o atleta tem direito à análise da chamada amostra B e à apresentação de defesa antes da definição de qualquer eventual punição esportiva.
Apesar do impacto pontual na agenda da Seleção Brasileira, o procedimento é considerado normal dentro do Mundial e integra as medidas adotadas para garantir a transparência e a integridade da competição.







