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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de um lote da água mineral Crystal sem gás após a identificação da bactéria Pseudomonas aeruginosa durante o monitoramento de qualidade do produto.

A medida tem caráter preventivo e inclui a suspensão da comercialização, distribuição e consumo das unidades pertencentes ao lote afetado. Segundo a agência, o recolhimento foi iniciado pela própria fabricante após a constatação da não conformidade.

O lote atingido é o LZ1 VAL200127 3 P 200126, produzido em 20 de janeiro de 2026 e com validade até 20 de janeiro de 2027. A água foi fabricada na unidade da empresa localizada em Luziânia, no estado de Goiás.

De acordo com a Anvisa, o problema foi identificado durante os controles internos de qualidade realizados pela fabricante, que comunicou a ocorrência às autoridades sanitárias e iniciou o recolhimento voluntário dos produtos distribuídos.

As unidades afetadas foram encaminhadas para os estados de São Paulo, Goiás e Tocantins, além do Distrito Federal. A empresa informou que aproximadamente 99,2% das garrafas produzidas já não estavam disponíveis para comercialização quando a medida foi divulgada.

Medida vale apenas para um lote específico

A Anvisa ressaltou que a determinação não se aplica a outros lotes ou produtos da marca Crystal. O recolhimento está restrito exclusivamente às unidades identificadas pelo código LZ1 VAL200127 3 P 200126.

Segundo a agência, a fabricante também iniciou uma investigação para identificar a origem da contaminação e adotar medidas corretivas para evitar novas ocorrências.

Consumidores que tenham adquirido garrafas pertencentes ao lote afetado devem verificar as informações impressas na embalagem e seguir as orientações divulgadas pela empresa por meio de seus canais oficiais de atendimento.

A Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria amplamente encontrada no meio ambiente e seu monitoramento faz parte dos controles microbiológicos exigidos para produtos destinados ao consumo humano. A medida adotada pela Anvisa busca impedir que eventuais unidades remanescentes continuem circulando no mercado até a conclusão das investigações.

Com informações de Metrópoles

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