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O Amazonas encerrou o mês de maio de 2026 com saldo positivo de 1.477 empregos formais, de acordo com os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta terça-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O resultado reflete a diferença entre admissões e desligamentos e mostra que todos os cinco principais setores da economia registraram crescimento na geração de vagas.

O destaque ficou para o setor de Serviços, responsável pela criação de 785 novos postos de trabalho, seguido pela Construção, com 280 vagas, Indústria (199), Comércio (171) e Agropecuária (42).

Entre os municípios amazonenses, Manaus concentrou a maior parte das contratações, com 1.172 novas vagas com carteira assinada. Na sequência aparecem Parintins, com 92 postos, Itacoatiara, com 32, e Autazes, que registrou saldo positivo de 29 empregos.

No recorte por gênero, tanto homens quanto mulheres apresentaram saldo positivo. Os homens responderam por 982 novas vagas, enquanto as mulheres ocuparam 495 postos de trabalho no período.

Os jovens de 18 a 24 anos lideraram a geração de empregos no estado, preenchendo 1.196 vagas formais. Em relação à escolaridade, os trabalhadores com ensino médio completo foram os mais contratados, somando 1.407 novos vínculos empregatícios.

Cenário nacional

Em todo o país, o Brasil criou 72.960 empregos com carteira assinada em maio, resultado de 2,20 milhões de admissões e 2,13 milhões de desligamentos. No acumulado de janeiro a maio de 2026, foram geradas 767.326 vagas formais, enquanto, no período de 12 meses encerrado em maio, o saldo chegou a 1.132.820 empregos.

O setor de Serviços também liderou a geração de empregos em nível nacional, com 45.655 vagas, seguido pela Construção (12.096), Agropecuária (10.205), Indústria (4.974) e Comércio, que registrou saldo positivo de 40 postos.

Entre os estados, São Paulo apresentou o maior saldo de empregos formais, com 18.224 vagas, seguido por Espírito Santo (9.532) e Rio de Janeiro (9.195). Regionalmente, o Sudeste liderou a geração de empregos, com 45.873 vagas, enquanto apenas a região Sul registrou saldo negativo, com 4.109 postos fechados.

O levantamento também aponta que, em âmbito nacional, as mulheres ocuparam a maior parte das vagas criadas em maio, com saldo de 51.848 empregos, enquanto os homens responderam por 21.112 postos. O salário médio real de admissão no país foi de R$ 2.384,10, representando aumento de 1,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

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