
O Ministério da Fazenda divulgou, nesta sexta-feira (3), um balanço das ações do Plano de Transformação Ecológica (PTE), informando que a iniciativa já mobilizou R$ 140 bilhões em investimentos desde o lançamento do programa, em 2023.
Segundo a pasta, os recursos foram captados por meio do Eco Invest Brasil, programa voltado à atração de investimentos públicos e privados para projetos sustentáveis. Até o momento, quatro leilões foram realizados dentro da iniciativa.
O ministério também destacou a emissão dos primeiros títulos soberanos sustentáveis do Brasil, que somaram R$ 5,5 bilhões, além do avanço de instrumentos de financiamento voltados à transição para uma economia de baixo carbono.
Entre os resultados apresentados estão ainda a emissão de R$ 396 bilhões em debêntures entre 2023 e 2026 e a previsão de R$ 18,3 bilhões em créditos fiscais para o Programa de Desenvolvimento do Hidrogênio de Baixa Emissão no período de 2028 a 2032.
Governo projeta impactos econômicos no longo prazo
De acordo com o Ministério da Fazenda, os principais efeitos do Plano de Transformação Ecológica deverão ser percebidos ao longo dos próximos 10 a 15 anos, conforme estudo divulgado pela própria pasta.
Em projeções para o período de 2025 a 2030, o governo estima que o crescimento médio anual do Produto Interno Bruto (PIB) poderá passar de 2,38% para até 3,02% em um cenário intermediário, caso as medidas previstas sejam implementadas. Em um cenário mais conservador, a estimativa é de avanço de 1,19% para até 1,83% ao ano.
O Plano de Transformação Ecológica reúne políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável, com foco na ampliação de investimentos, inovação, descarbonização da economia e fortalecimento de setores ligados à transição energética.
Com informações de Metrópoles







