
Um ataque criminoso deixou quatro pessoas mortas na manhã desta segunda-feira (17), dentro de uma residência localizada na avenida São Jorge, no bairro São Jorge, zona Oeste de Manaus. Segundo informações preliminares da Polícia Civil do Amazonas, as vítimas teriam sido atacadas com golpes de arma branca e agressões.
As informações foram repassadas pelo delegado Rodrigo Azevedo, da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), responsável pela investigação do caso.
As vítimas foram identificadas preliminarmente como Francisco das Chagas, de 81 anos; Isabela Coelho Morais, de 29; Guilherme Pereira Filho; e Dilma Cilene Lima Sampaio, de 53 anos.
De acordo com os primeiros levantamentos, duas vítimas foram encontradas mortas em um quarto, enquanto outra estava na sala e a quarta foi localizada em um corredor do imóvel.
Francisco, de 81 anos, seria pastor e pai de Isabela, que, segundo informações iniciais, era uma pessoa com deficiência (PCD). Guilherme e Dilma Cilene seriam irmãos.
Quatro suspeitos teriam invadido imóvel
A dinâmica do crime ainda não foi esclarecida pelas autoridades. A principal informação levantada até o momento é de que quatro suspeitos teriam invadido a residência e surpreendido as vítimas no terceiro andar do imóvel.
As circunstâncias que levaram ao ataque, assim como a possível motivação do crime, ainda são investigadas pela Polícia Civil.
Vítima foi socorrida, mas não resistiu
Dilma Cilene, de 53 anos, chegou a ser socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio.
Segundo informações preliminares, ela deu entrada na unidade apresentando ferimentos na região frontal da cabeça, incluindo lesões provocadas por agressão. A vítima teria sido encaminhada para procedimento cirúrgico, mas posteriormente não resistiu.
A Polícia Militar do Amazonas (PM-AM) e o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) foram acionados para atender a ocorrência.
Equipes do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC), do Instituto Médico Legal (IML) e da Polícia Civil também estiveram no local para realizar os procedimentos periciais e a remoção dos corpos.
O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que busca identificar os autores, esclarecer a dinâmica do ataque e determinar a motivação da chacina.







