Boi Garantido incentiva vacinação das crianças contra Covid-19 em campanha

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O Boi Garantido está realizando uma campanha de incentivo à vacinação das crianças contra Covid-19. O bumbá se juntou ao personagem Curumim, da Turma do Curumim, para apoiar a imunização. A ação ocorre nas redes sociais.

O início da vacinação contra a Covid-19 completou um ano, na segunda-feira (17/1). Em 2022, o 17 de janeiro marcou o início da vacinação de crianças de 5 a 11 anos de idade.

Conforme informações da Direção Geral do Espetáculo do Boi Garantido (DGE), o objetivo é que materiais de incentivo à vacinação sejam compartilhados semanalmente, nas redes sociais.

O presidente do boi-bumbá, Antonio Andrade, ressaltou que o Boi da Baixa do São José escolheu um lado. “Escolhemos a vida e a ciência. Estamos numa luta para que possamos passar essa fase, mas somente poderemos passar, se todos se vacinarem. Por isso, não abrimos mão de incentivar a vacinação e esclarecer todos. O Garantido é um Boi de luz e ensinamentos. Nossa equipe está instruída a fazer a campanha pelas vacinas”, disse.

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Garantido e Curumim

Na última semana, um dos personagens mais conhecidos e queridos do Amazonas, o indiozinho Curumim, se juntou ao Garantido para convidar as crianças para a vacinação.

“Foi um dos nossos posts com maior alcance. Uma união que deu certo. Dois ícones da Amazônia em defesa da vacina”, comemorou Adan Renê, um dos responsáveis pelos posts.

Adan lembrou a necessidade da vacinação se posicionou contra o negacionismo. “Basta comparar o terror que vivemos ano passado, neste mesmo período, inclusive. Quem tem memória, quem teve um ente perdido para a Covid, quem lembra o horror das UTIs lotadas jamais deixará de se pronunciar a favor da vida e da Ciência e, consequentemente das vacinas”, concluiu. Integrante da equipe da DGE, Rúbens Alves informou que os posts de incentivo continuarão e devem ocorrer com mais frequência. “Temos que ressaltar que só poderemos ter festival se a pandemia passar e, para isso, a vacina é imprescindível. Basta olhar para trás e vermos quantas pessoas perdemos antes da vacina”, disse.