
O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (22/10) cotado próximo de R$ 5,03, mantendo-se praticamente estável em relação ao fechamento do dia anterior. Às 17h, a moeda norte-americana registrava variação positiva de 0,22%.
Na quarta-feira (21/10), a divisa também havia encerrado as negociações a R$ 5,03, após valorização de 0,17%.
Durante a manhã desta quinta, o dólar apresentou oscilações de baixa, mas recuperou parte das perdas ao longo do pregão. Por volta do meio-dia, era negociado a R$ 5,04, com alta de 0,24%.
O comportamento da moeda ocorreu em um cenário de atenção dos investidores aos acontecimentos internacionais, especialmente à valorização do petróleo e às tensões no Oriente Médio.
Alta do petróleo e cenário internacional influenciam mercados
Um dos principais fatores acompanhados pelos investidores nesta quinta-feira foi a elevação dos preços internacionais do petróleo.
A valorização ocorreu após relatos de ataques atribuídos ao Irã contra embarcações no Golfo e instalações localizadas na Arábia Saudita, aumentando as preocupações sobre possíveis impactos no fornecimento da commodity.
Às 17h10, o barril do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, era negociado a US$ 113,11.
Além das tensões no Oriente Médio, os mercados também acompanharam o desempenho das bolsas asiáticas, que encerraram suas sessões majoritariamente em queda.
O conjunto desses fatores contribuiu para um ambiente de cautela nas negociações financeiras.
Eleições presidenciais seguem no radar dos investidores
No Brasil, a disputa presidencial permanece entre os principais assuntos observados pelo mercado financeiro, diante da proximidade do segundo turno, marcado para domingo (25/10).
A expectativa desta quinta-feira também estava voltada à divulgação de uma nova pesquisa Datafolha sobre as intenções de voto para a Presidência da República.
Na quarta-feira (21/10), levantamento da Quaest apontou empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo a pesquisa, Flávio registrou 45% das intenções de voto, enquanto Lula apareceu com 44%.
No levantamento anterior, o senador tinha 46%, e o presidente mantinha os mesmos 44%.
Os resultados eleitorais e os acontecimentos internacionais continuam sendo acompanhados pelos investidores por seus possíveis reflexos sobre as expectativas econômicas e a cotação do dólar.







