Divulgação/FDI

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou nesta quarta-feira (24) que as forças israelenses permanecerão no sul do Líbano, mesmo diante de eventuais pressões internacionais ou de pedidos dos Estados Unidos para a retirada das tropas.

Durante um evento em Tel Aviv, Katz declarou que Israel não pretende permitir o retorno da situação de segurança existente anteriormente na região. Segundo ele, a permanência militar busca evitar novos ataques contra soldados israelenses e impedir a atuação do Hezbollah próximo à fronteira.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu também reforçou a posição do governo ao afirmar que não pretende ceder às pressões relacionadas ao conflito. A retirada das tropas israelenses do território libanês é uma das exigências apresentadas pelo Irã nas negociações em andamento com os Estados Unidos para um possível acordo de paz no Oriente Médio.

Na semana passada, Washington e Teerã chegaram a um memorando de entendimento que prevê um período de trégua de 60 dias para discutir os termos de um acordo mais amplo, incluindo a situação no Líbano. Apesar disso, os confrontos na região continuam.

Autoridades norte-americanas afirmaram que Líbano e Hezbollah teriam concordado com um cessar-fogo na última semana, mas os ataques no sul do país persistiram. Segundo dados do Ministério da Saúde libanês, milhares de pessoas morreram ou ficaram feridas desde a intensificação do conflito. Israel também registra baixas militares em confrontos com o grupo xiita.

Outro ponto de divergência nas negociações envolve o programa nuclear iraniano. O governo dos Estados Unidos afirma que o Irã aceitou retomar inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), enquanto autoridades iranianas negam que exista qualquer compromisso nesse sentido.

As negociações entre Estados Unidos e Irã seguem em andamento e incluem outros temas estratégicos, como a navegação no Estreito de Ormuz, importante rota do comércio mundial de petróleo, cuja segurança continua sendo uma das principais preocupações da comunidade internacional.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou nesta quarta-feira (24) que as forças israelenses permanecerão no sul do Líbano, mesmo diante de eventuais pressões internacionais ou de pedidos dos Estados Unidos para a retirada das tropas.

Durante um evento em Tel Aviv, Katz declarou que Israel não pretende permitir o retorno da situação de segurança existente anteriormente na região. Segundo ele, a permanência militar busca evitar novos ataques contra soldados israelenses e impedir a atuação do Hezbollah próximo à fronteira.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu também reforçou a posição do governo ao afirmar que não pretende ceder às pressões relacionadas ao conflito. A retirada das tropas israelenses do território libanês é uma das exigências apresentadas pelo Irã nas negociações em andamento com os Estados Unidos para um possível acordo de paz no Oriente Médio.

Na semana passada, Washington e Teerã chegaram a um memorando de entendimento que prevê um período de trégua de 60 dias para discutir os termos de um acordo mais amplo, incluindo a situação no Líbano. Apesar disso, os confrontos na região continuam.

Autoridades norte-americanas afirmaram que Líbano e Hezbollah teriam concordado com um cessar-fogo na última semana, mas os ataques no sul do país persistiram. Segundo dados do Ministério da Saúde libanês, milhares de pessoas morreram ou ficaram feridas desde a intensificação do conflito. Israel também registra baixas militares em confrontos com o grupo xiita.

Outro ponto de divergência nas negociações envolve o programa nuclear iraniano. O governo dos Estados Unidos afirma que o Irã aceitou retomar inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), enquanto autoridades iranianas negam que exista qualquer compromisso nesse sentido.

As negociações entre Estados Unidos e Irã seguem em andamento e incluem outros temas estratégicos, como a navegação no Estreito de Ormuz, importante rota do comércio mundial de petróleo, cuja segurança continua sendo uma das principais preocupações da comunidade internacional.

Com informações de Metrópoles

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