Locais de votação em São Paulo permaneceram com os portões fechados neste domingo (25), mesmo após o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar a prorrogação do horário de votação em todo o país até as 19h.

Um dos locais afetados foi a Universidade Presbiteriana Mackenzie, no centro da capital paulista. Segundo apuração do Metrópoles, algumas seções eleitorais continuavam abertas dentro da instituição, mas o acesso ao prédio estava interrompido.

Em frente à universidade, um eleitor aguardava para que o avô, de 89 anos, pudesse votar. O idoso tem dificuldades de locomoção e não conseguiu chegar mais cedo devido à chuva. Após a família tomar conhecimento da prorrogação e a chuva diminuir, ele decidiu comparecer ao local acompanhado do neto.

Outros relatos de portões fechados foram registrados na unidade do Sesi, na Vila Leopoldina, zona oeste da capital. Também houve informações sobre problemas em Itaquera, na zona leste, no Tucuruvi, na zona norte, e em Embu-Guaçu, na região metropolitana.

Funcionários de unidades de votação informaram que aguardavam orientações do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) sobre como proceder após a decisão.

Na Escola Estadual Antônio de Queiroz Telles, na Mooca, zona leste, a informação sobre a determinação de Zanin teria chegado cerca de dez minutos depois do desligamento das urnas. Já no Colégio Liceu Pasteur, na Vila Mariana, zona sul, os portões foram fechados e reabertos momentos depois para permitir a entrada de eleitores.

Os episódios geraram dúvidas entre pessoas que tentavam votar após o anúncio da prorrogação. A aplicação da medida nos locais afetados dependia de orientações da Justiça Eleitoral.

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