
Um mergulhador militar morreu neste sábado (16) durante uma missão de resgate nas Maldivas que tenta localizar os corpos de quatro cidadãos italianos desaparecidos em uma caverna subaquática.
O sargento Mohamed Mahudhee participava da segunda operação de busca no local, que chega a 70 metros de profundidade e possui cerca de 200 metros de extensão.
Segundo o porta-voz do governo das Maldivas, Mohamed Hussain Shareef, o corpo do instrutor de mergulho Gianluca Benedetti foi encontrado próximo à entrada da caverna, levando as autoridades a acreditarem que os outros quatro desaparecidos permanecem no interior da estrutura.
As vítimas são Monica Montefalcone, professora associada de ecologia da Universidade de Gênova; a filha dela, Giorgia Sommacal; o biólogo marinho Federico Gualtieri; e a pesquisadora Muriel Oddenino.
O grupo desapareceu na quinta-feira (14), durante uma exploração no Atol de Vaavu a bordo do navio Duke of York. Após os mergulhadores não retornarem à superfície, foi iniciada uma operação multinacional de resgate com participação de especialistas italianos e equipamentos enviados da Austrália e do Reino Unido.
O governo das Maldivas classificou o caso como o “maior acidente de mergulho da história do país”.
As autoridades locais também informaram que mantêm contato direto com o governo da Itália. Um representante italiano chegou à capital Malé na sexta-feira para acompanhar as operações ao lado da guarda costeira.







