OPENAI, INTELIGENCIA ARTIFICIAL • Ilustração gerada por IA

A OpenAI anunciou nesta terça-feira (1º) a captação de US$ 122 bilhões em investimentos, elevando o valor de mercado da companhia para US$ 852 bilhões, se consolidando entre a elite das big tech globais.

A companhia também informou a criação de um superaplicativo de inteligência artificial integrado.

Segundo a dona do ChatGPT, o aporte foi liderado pelas também gigantes de tecnologia Amazon e Nvidia, além do grupo japonês de investimento SoftBank. Também foram captados mais de US$ 3 bilhões via investidores individuais.

Atualmente, a empresa gera receita de US$ 2 bilhões, com mais de 900 milhões de usuários ativos semanais e mais de 50 milhões de assinantes.

“O ChatGPT tem 6 vezes mais visitas mensais à web e sessões em dispositivos móveis do que o segundo maior aplicativo de IA, enquanto o tempo total gasto com IA é 4 vezes maior do que o do segundo maior aplicativo de IA e 4 vezes maior do que todos os outros combinados”, informou a empresa liderada por Sam Altman.

A OpenAI ainda destacou a ampliação do uso da inteligência artificial e a evolução dentro da empresa.

“O acesso duradouro à computação é a vantagem estratégica que se multiplica em todo o sistema: impulsiona a pesquisa, aprimora os produtos, expande o acesso e reduz estruturalmente o custo de entrega em escala. Juntos, a adoção pelo consumidor, a implementação empresarial, o uso pelos desenvolvedores e a computação formam um ciclo virtuoso que está convertendo capacidade em impacto econômico”, informou.

“Nenhuma arquitetura única pode atender com eficiência às necessidades de toda a fronteira da IA. Para atender a essa demanda e manter a flexibilidade, estamos construindo um portfólio de infraestrutura mais amplo, abrangendo vários parceiros de nuvem, várias plataformas de chips e um design conjunto mais profundo em toda a pilha”.

Superapp de IA

A Open IA deu detalhes da criação de um superapp de IA, conectando diferentes frentes da plataforma.

“À medida que os modelos se tornam mais capazes, o factor limitante passa da inteligência para a usabilidade. Os usuários não querem ferramentas desconectadas. Eles querem um sistema único que possa entender a intenção, executar ações e operar em diferentes aplicativos, dados e fluxos de trabalho”, informou.

“Nosso superaplicativo reunirá o ChatGPT, o Codex, a navegação e nossos recursos de agentes mais amplos em uma experiência centrada no agente”.

Segundo a companhia, a escala voltada para o consumidor se torna a porta de entrada para o uso corporativo, “já que a familiaridade no dia a dia impulsiona a adoção no trabalho. Ao mesmo tempo, uma interface de produto única nos permite aprimorar mais rapidamente, lançar produtos de forma mais coerente e capturar mais valor gerado pelos fluxos de trabalho de agentes”.

Com informações da CNN Brasil.

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