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Novas testemunhas foram convocadas para depor no processo do tetente-coronel Geraldo Neto é julgado pelo Conselho de Justificação (CJ) em SPmatar. A esposa dele, a soldado Gisele Alves, tinha entrado em fevereiro deste ano para Polícia Militar (PM).

O oficial é julgado por um Conselho de Justificação (CJ), procedimento que avalia se integrantes das Forças Armadas ou da Polícia Militar têm condições de permanecerem na ativa diante de condutas consideradas incompatíveis com a função.

As oitivas estão marcadas para os dias 11 e 14 de maio, por videoconferência, segundo publicação do Diário Oficial de São Pauloce, nests segubda-vetaEado de São Paulo nesta segunda-feira (4/05).

O advogado do tenente-coronel, Eugênio Carlos Bailliano Malavasi, foi intimado a comparecer à audiência na qual quatro testemunhas serão ouvidas.

O 1º tenente Guilherme Adriano Lucas, responsável pela equipe que atendeu à ocorrência, depõe no dia 11, às 11h. Além dele, outras agentes, sendo uma soldado, uma cabo e uma subtenente – todas amigas de Gisele Alves – prestam depoimento.

O Conselho de Justificação foi instaurado em resolução publicada no dia 31 de março no Diário Oficial, pelo secretário de segurança pública, Osvaldo Nico Gonçalves.

Ele ocorre de forma independente ao processo criminal, no qual Neto responde por feminicídio e fraude processual. Na última terça-feira (28/4), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que o oficial será julgado pela Justiça comum, e não pela Justiça Militar.

Procurado pela reportagem, o advogado Eugênio Malavasi afirmou que a intimação para as oitivas se trata apenas de uma “instrução processual administrativa” e que estará presente na audiência para “a garantia do contraditório e ampla defesa”.

Com informações do Metrópoles.

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