
Segundo informações divulgadas inicialmente por fontes ouvidas pela CNN, a decisão não teria causado surpresa diante do relacionamento conturbado entre Driscoll e Hegseth.
Driscoll estava à frente do Exército americano desde fevereiro de 2025 e sua saída deverá ocorrer nos próximos dias. O afastamento acontece em meio a uma série de mudanças na cúpula militar dos Estados Unidos durante o segundo governo Trump.
A relação entre Driscoll e Hegseth vinha sendo marcada por divergências. O secretário do Exército chegou a manifestar apoio ao general Randy George, que foi retirado do cargo de chefe do Estado-Maior do Exército por Hegseth em abril.
Apesar das especulações sobre conflitos internos, a Casa Branca adotou tom positivo ao comentar a saída. A porta-voz Anna Kelly afirmou que Driscoll foi eficaz na implementação da agenda de Trump, destacando sua atuação na prontidão militar e em operações das Forças Armadas.
A renúncia representa mais uma mudança significativa na liderança militar americana e ocorre em um momento de forte pressão sobre o Pentágono, especialmente diante das operações dos Estados Unidos no Oriente Médio e das tensões com o Irã.







