Rezaei disse ainda que o governo iraniano retaliará os EUA de “forma devastadora”, caso Trump faça alguma ação adicional.
“Dizemos a todos os países ao nosso redor que não se juntem aos Estados Unidos em sua guerra econômica, caso contrário, os consideraremos inimigos”, afirmou ele. “Não buscamos expandir a guerra, mas se os países vizinhos ao Irã cooperarem com os americanos na guerra econômica, atingiremos seus interesses”, declarou o chefe de segurança do Irã.
Na última quarta-feira (19/8), em comunicado na Truth Social, o mandatário norte-americano garantiu realizar a “operação econômica mais devastadora já realizada contra qualquer país”.
“Esta será uma guerra econômica e um isolamento em uma escala sem precedentes. Sua marinha foi dizimada, sua força aérea destruída, suas fábricas militares agora são escombros, sua moeda não vale nada e seu país está por um fio”, anunciou Trump.
O republicano foi categórico ao pontuar que qualquer país que permitir que suas empresas façam negócios com o Irã serão punidos. “Hoje, também anuncio que qualquer país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou entidades governamentais forneçam qualquer tipo de suporte ao Irã enfrentará tremendas consequências econômicas”, garantiu.
O presidente dos EUA definiu o próprio anúncio como o “Dia D Econômico”. Com Metrópoles.