
A Prefeitura de Manaus informou que a paralisação do transporte complementar registrada na manhã desta quinta-feira (2), na avenida Autaz Mirim, na zona leste de Manaus, foi uma ação isolada promovida por uma única cooperativa. Segundo a administração municipal, a manifestação não contou com a adesão da maioria dos permissionários e teria sido motivada por interesses políticos.
Em nota oficial, o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) afirmou que mantém diálogo permanente com a categoria e destacou que as negociações para a implementação do subsídio destinado ao transporte complementar avançaram nos últimos dias.
De acordo com a prefeitura, ficou definido que os critérios para o pagamento do benefício e o valor do subsídio seriam estabelecidos ainda nesta semana, com base em um estudo técnico elaborado pelo IMMU.
A administração municipal explicou que a liberação do subsídio dependerá do cumprimento de requisitos técnicos e administrativos pelas cooperativas. Entre as exigências estão a adequação das rotas e dos quadros de horários, a capacitação dos operadores por meio da Escola Pública de Transporte Inclusivo e o compromisso com a renovação da frota.
A prefeitura também ressaltou que concluiu o processo de licitação e regulamentação do sistema de transporte complementar após mais de dez anos, medida que, segundo o Executivo, garante maior segurança jurídica e organização ao serviço.
Sobre o subsídio referente às gratuidades estudantis, a gestão municipal informou que a documentação entregue pelas cooperativas na quarta-feira (1º) está em análise.
Ao final da nota, a Prefeitura de Manaus lamentou os transtornos causados à população, afirmou que não admite qualquer tipo de coação e garantiu que acompanha a situação para assegurar a continuidade do transporte complementar na capital.
Segue abaixo a nota oficial da Prefeitura de Manaus:
”A Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), informa que a interrupção do transporte complementar registrada, na manhã desta quinta-feira, 2/7, na avenida Autaz Mirim, foi uma ação isolada de uma única cooperativa, sem adesão da maioria dos permissionários, e motivada por interesses políticos. A administração municipal mantém diálogo permanente com a categoria e reforça que avançou nas tratativas para a implementação do subsídio, ficando definido que os critérios de pagamento e o valor do benefício seriam estabelecidos ainda nesta semana, com base em estudo técnico elaborado pelo IMMU. O pagamento está condicionado ao cumprimento de critérios técnicos e administrativos, incluindo a adequação das rotas e quadros de horários, a capacitação dos operadores pela Escola Pública de Transporte Inclusivo e o compromisso com a renovação da frota. A prefeitura também destaca a conclusão do processo de licitação e regulamentação do sistema após mais de dez anos, garantindo segurança jurídica e organização. O subsídio referente às gratuidades estudantis segue em análise, após entrega da documentação pelas cooperativas nessa quarta-feira, 1º/7. A administração lamenta os transtornos e reforça que não admite coação, e que está acompanhando a situação para garantir a continuidade do serviço.“







