Carlos Oliveira/Semcom-Prefeito

O prefeito de Manaus, Renato Junior, afirmou nesta quinta-feira (2) que a Prefeitura manterá o diálogo com os permissionários do transporte complementar, mas reforçou que o pagamento de subsídios ao setor dependerá do cumprimento de critérios técnicos estabelecidos pelo Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU).

Segundo o prefeito, a administração municipal concluiu o processo de licitação e regulamentação do transporte alternativo, permitindo que os permissionários passassem a atuar de forma legalizada e, pela primeira vez, tivessem acesso a incentivos financeiros do município.

“A prefeitura fez uma licitação para que eles pudessem se legalizar pela primeira vez na história. Pela primeira vez, eu vou estar contribuindo, como prefeito de Manaus, ajudando no subsídio do transporte alternativo”, afirmou Renato Junior.

De acordo com o prefeito, os recursos têm como objetivo contribuir para a renovação da frota e melhorar a qualidade do serviço oferecido aos passageiros.

IMMU estabelece exigências para liberação dos recursos

Conforme o IMMU, o pagamento dos subsídios estará condicionado ao cumprimento de requisitos técnicos e administrativos, como a adequação das rotas e horários definidos pelo instituto, a capacitação dos operadores pela Escola Pública de Trânsito e Transporte e a adesão às linhas de financiamento voltadas à renovação da frota.

Renato Junior também comentou a paralisação registrada na manhã desta quinta-feira por parte dos permissionários do transporte complementar. Segundo ele, apenas uma das sete cooperativas participou do movimento, que atribuiu a interesses políticos.

Durante entrevista coletiva, o prefeito afirmou ainda que um micro-ônibus teria sido incendiado para chamar atenção durante a manifestação.

“Seis cooperativas estão satisfeitas. Apenas uma, movida politicamente, fez as velhas práticas de antigamente”, declarou.

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