
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo realiza nesta sexta-feira um ato crucial pela democracia e em defesa dos direitos da classe trabalhadora, com a presença de figuras políticas como o ex-ministro Fernando Haddad e as ex-ministras Simone Tebet e Marina Silva. O evento, que ocorre na sede da entidade no bairro da Liberdade, tem como pauta principal a demanda pelo fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho sem corte salarial.
O evento conta com a participação de figuras políticas em defesa de direitos trabalhistas. A expectativa é que os ex-ministros Fernando Haddad, Simone Tebet e Marina Silva cheguem ao local do evento por volta das 10h30, reforçando a visibilidade das reivindicações.
Avanço legislativo
Paralelamente, a Câmara dos Deputados instala uma comissão especial para discutir propostas de redução da jornada de trabalho. Nesta semana, o deputado federal José Rocha (União Brasil-BA) anunciou a instalação de uma comissão especial na Câmara dos Deputados. Este grupo terá a missão de debater as propostas de redução da jornada de trabalho e de extinção da escala 6×1, aguardando um parecer do relator para avançar na tramitação legislativa.
Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, que também lidera a Força Sindical e a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), enfatiza a relevância do evento. Segundo Torres, o ato do 1º de Maio deste ano servirá para consolidar a pauta da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat) de 2026, focando na defesa de:
- Empregos
- Direitos
- Democracia
- Soberania
- Busca por uma vida digna para todos os trabalhadores
Reivindicações do movimento sindical
Além da jornada de trabalho, o movimento sindical aborda um conjunto abrangente de demandas:
- Luta contra a pejotização
- Combate ao feminicídio
- Fortalecimento das negociações coletivas
- Garantia do direito de negociação para os servidores públicos
- Regulamentação do trabalho em plataformas digitais
- Promoção da saúde mental nos ambientes laborais
A discussão sobre a jornada de trabalho também ganha força no Congresso Nacional, com a instalação de comissões especiais para debater propostas de redução da jornada e extinção da escala 6×1. O ato do 1º de Maio reforça a pressão política por essas mudanças, consolidando uma agenda ampla de direitos trabalhistas e sociais para a classe trabalhadora brasileira.
Com informações de IstoÉ







