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Mais de 400 escolas da França não terão aulas presenciais nesta sexta-feira (2/10) após uma série de protestos estudantis registrados nos últimos dias. As manifestações começaram em meio a reivindicações relacionadas à falta de professores e às condições das instalações escolares.

Segundo o ministro da Educação, Édouard Geffray, 65 funcionários ficaram feridos durante os episódios, entre eles 40 diretores. Escolas também registraram danos materiais.

Geffray afirmou que grande parte dos atos violentos teria sido praticada por pessoas de fora das comunidades escolares. De acordo com ele, diretores relataram que muitos dos envolvidos nos confrontos não eram alunos das unidades afetadas.

A polícia informou ter apreendido objetos como barras metálicas, marretas, produtos inflamáveis e artefatos incendiários durante as mobilizações.

Manifestações são restringidas perto de escolas

Autoridades administrativas da região de Paris determinaram restrições a manifestações nas proximidades de escolas de ensino médio que permanecerão fechadas nesta sexta-feira.

Dados do Ministério da Justiça francês apontam que 1.793 pessoas foram detidas desde segunda-feira (28/9) em meio aos protestos.

O ministro da Educação pediu que as famílias acompanhem a situação e evitem que estudantes se exponham a áreas onde possam ocorrer novos confrontos.

Com informações de Metrópoles

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