Igor Castro, CEO do Direto ao Ponto Pesquisas, representou o Amazonas como único instituto da Região Norte em reunião promovida pelo TSE para discutir o aperfeiçoamento das regras das pesquisas eleitorais

O Direto ao Ponto Pesquisas representou o Amazonas e toda a Região Norte em uma reunião promovida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta terça-feira (14), para discutir o aperfeiçoamento das regras que disciplinam as pesquisas eleitorais no Brasil. O instituto amazonense foi o único da região convidado para participar do encontro, reunindo representantes dos principais institutos de pesquisa do país e integrantes da cúpula da Justiça Eleitoral.

Convocada pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, a reunião teve como objetivo abrir um canal de diálogo entre a Corte Eleitoral e os institutos especializados, permitindo a troca de experiências sobre metodologias, fiscalização e possíveis mudanças na legislação que regulamenta os levantamentos de intenção de voto.

Representando o Direto ao Ponto Pesquisas, o CEO Igor Castro participou das discussões ao lado de representantes de institutos como AtlasIntel, Paraná Pesquisas, PoderData e Quaest, entre outras empresas que atuam nacionalmente na área de pesquisas eleitorais e de opinião pública.

Instituto propõe mudanças para reforçar critérios técnicos

Durante sua participação, Igor Castro apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral uma série de propostas voltadas ao fortalecimento da segurança jurídica e da credibilidade das pesquisas eleitorais.

Entre as sugestões defendidas pelo instituto está a exigência de maior fundamentação técnica em pedidos de impugnação de pesquisas apresentados por partidos, candidatos e coligações, especialmente quando os questionamentos envolverem aspectos metodológicos ou estatísticos.

Outra proposta apresentada prevê a criação de parâmetros nacionais que sirvam de referência para os Tribunais Regionais Eleitorais na análise de ações relacionadas às pesquisas, buscando uniformizar entendimentos e reduzir interpretações divergentes entre os estados.

O Direto ao Ponto também defendeu a ampliação do debate sobre mecanismos de proteção institucional aos institutos de pesquisa, à Justiça Eleitoral e ao Poder Judiciário diante de pressões políticas e tentativas de interferência durante os períodos eleitorais.

Segundo Igor Castro, qualquer aperfeiçoamento nas regras deve ser baseado em critérios científicos.

“As pesquisas eleitorais são instrumentos técnicos e científicos. Da mesma forma que os institutos precisam cumprir rigorosas exigências metodológicas e legais, entendemos que questionamentos e pedidos de impugnação também devem apresentar fundamentação técnica compatível com a complexidade do tema”, afirmou.

Justiça Eleitoral busca aperfeiçoar legislação

Durante o encontro, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, ressaltou a importância das pesquisas eleitorais para o processo democrático e manifestou interesse em ouvir diretamente os profissionais responsáveis pelos levantamentos, buscando compreender os desafios enfrentados pelo setor e identificar possíveis aperfeiçoamentos na legislação.

Também participaram da reunião os ministros Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha e Antônio Carlos Ferreira, além do vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, e do secretário-geral do Tribunal Superior Eleitoral, Murilo Salmito, juntamente com assessores técnicos da Corte.

Reconhecimento nacional ao trabalho desenvolvido no Amazonas

Para o Direto ao Ponto Pesquisas, o convite representa o reconhecimento da atuação desenvolvida pelo instituto no cenário nacional.

Nos últimos anos, a empresa consolidou sua presença na realização de pesquisas eleitorais registradas junto à Justiça Eleitoral, acompanhando disputas municipais, estaduais e federais.

A participação do instituto amazonense em um debate restrito aos principais centros de pesquisa do país também reforça a importância da presença da Região Norte nas discussões sobre o aperfeiçoamento das normas eleitorais, contribuindo para o fortalecimento da transparência, da segurança jurídica e da qualidade das informações disponibilizadas à sociedade durante os processos eleitorais.

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